Rodando por São Paulo – Nacional Atlético Clube - O Fino da Bola

Rodando por São Paulo – Nacional Atlético Clube

Rodrigo Bronquinha 0
Rodando por São Paulo – Nacional Atlético Clube

 

Simplesmente Naça! O quarto time da capital, situado na Água Branca, pena nas divisões intermediárias, perambulando entre A-2 e a Segundona, que na verdade é a quarta divisão. Os torcedores da Alamanac, organizada do nacional, são dos mais fiéis. E ai de quem perguntar pra eles pra qual time grande torcem!

A fundação é controversa conta uma bonita história, pois o time foi formado a partir da base operária da São Paulo Railway Limited (até por isso seu mascote é um ferroviário), desde 1985, quando da introdução do futebol no Brasil, inclusive com Charles Miller atuando pela equipe. Porém, pelo elitismo que predominava no esporte, os operários não conseguiram criar seu próprio time para disputar os jogos. Apenas em 1914 foi criado o Grêmio Esportivo da companhia, em Santos. Mas a fundação oficial da equipe se deu apenas em 1919, de volta para a capital paulista. Em 1945, com o término da concessão da São paulo Railway, o time mudou de nome para o atual.

O Naça possui o terreno do seu estádio desde 1919, mas apenas em 1937, o então presidente da SPRAC Nicolau Alayon, um uruguaio, iniciou a construção do estádio, findado no ano seguinte.

As principais conquistas foram:

  • Campeonato Paulista de Segundos Quadros de 1937 (ainda como SPR);
  • Campeonato Paulista da Segunda Divisão (na verdade, a quarta divisão) de 2014
  • Campeonato Paulista dA-3 em 1994 e 2000;
  • Copa São Paulo de Juniores em 1972 e 1988.

Dentre as revelações do Naça destacam-se Deco, Dodô (o artilheiro dos gols bonitos), o goleiro Magrão (ídolo do Sport Recife), o atacante Cacau (ídolo do Stuttgart e com passagens pela seleção alemã), o ex-técnico Rubens Minelli e o pentacampeão mundial Cafú (sem passagem pelos profissionais). O Naça possui alguns jopgadores que tem a marca registrada do clube, como o meia Zeomar, o atacante Terrão, e o meia atacante Mil, jogadores de extrema habilidade, que destruiam em sua passagem na equipe, desequilibrando em vários jogos, mas que não brilharam em suas carreiras fora do Naça.

Jair Picerni, Edu Bala, Fescina, Romeu Cambalhota, Carbone, Sergio Manoel, Biro-Biro, Canhoteiro, Tim e Servílio são alguns grandes nomes com passagens pelo Naça. Alguns famosos foram técnicos do Naça, como Vampeta, Waldir Peres, Carbone e até o famoso ex-árbitro José de Assis Aragão.

Fundação: 16 de fevereiro de 1919

Estádio: Nicolau Alayon (11.500 espectadores)

Ranking Nacional: 302º