Confiança x Sergipe: Ser-Con, o derby sergipano

da série CLÁSSICOS

Confiança x Sergipe

Maiores detentores dos canecos estaduais, Sergipe x Confiança é o maior clássico sergipano. Fundados em 1909 e 1936, respectivamente, o Diabo e o Dragão montaram a rivalidade em Aracaju através dos títulos conquistados.

O último clássico deu uma mostra da situação atual. O lanterna Sergipe desesperado e um Confiança confiante. O resultado não poderia ser melhor para os azuis: um 2×1 de virada para tripudiar em cima do desespero do rival. Do jeito que o povão gosta!

Torcida colorada faz barulho!

O Sergipe é o maior campeão local, segundo time mais antigo do estado, o único a disputar todos estaduais e possui domínio sobre o rival e uma vantagem de 31×17 em títulos locais. Mas essa distância tem diminuído. Até porque, desde 2003 o Sergipe não levanta um caneco local sequer.

Tal qual no Rio de Janeiro, o futebol não foi o motivo inicial de nenhum dos dois clubes: o Sergipe nasceu pelo remo, e o Confiança pelo voleibol e basquetebol. Por isso o clássico é recente, remontando, com o profissionalismo, o início da década de 60.

Outro detalhe curioso é que cada time possui seu estádio. Mas como são muito pequenos, geralmente se enfrentam no estadual Batistão.

Ao todo são 173 jogos, com 65 vitórias do alvirrubro, contra 53 derrotas. O Diabo balançou 178 vezes a rede adversária, contra 160 vezes que sua rede foi balançada. No quesito jogos, a aproximação do equilíbrio fica mais evidente.

Torcida do Dragão sempre presente.

De 1987 a 1995, o Dragão ficou 18 jogos sem vencer o Sergipe, enquanto a maior sequência reversa, de 1996 a 1998, foi de 14 jogos. Agora, goleada é raridade: a maior do Confiança foi um 5×0 em 1997, pelo Sergipano. A favor do Sergipe, a maior foi um 4×0 em 2000, pelo mesmo torneio.

Hoje, o clássico tem muito mais contundência no voleibol do que no próprio futebol!

Fluminense x Vasco: o Clássico dos Gigantes e cheio de história

Como já é sabido, as equipes de futebol do Rio de Janeiro são bastante antigas, mas começaram suas atividades nas regatas. Durante toda história, os times tiveram grandes times e grandes jogadores. A história recente é muito mais favorável ao Vasco, mesmo com uma queda à série B, já que o rival foi à série C, e só voltou pela porta dos fundos.

O Vasco é de 1898 e o Fluminense de 1902, mas o primeiro jogo registrado entre ambos é de 1923, um amistoso, com vitória vascaína por 3×2. Os quatro primeiros jogos tiveram vitória vascaína, até que em 1925, o Fluminense em casa, conseguiu sua primeira vitória. E que vitória: 5×1!

Roberto: o gigante entre os gigantes

O maior artilheiro da história do clássico é barbada: Roberto Dinamite, com 36 gols. Pelo lado tricolor, o maior goleador foi Lula, com apenas a terça parte dos gols.

Ao todo no confronto, foram até aqui 336 jogos. A vantagem é vascaína, por 128×109 em vitórias e nos gols 500×461. Se levarmos em conta apenas os jogos de 2000 em diante, a vantagem vascaína é mais assintosa: 18×7, com 23 empates. O curioso é que pelos gols marcados a diferença pareceria menor: 74×57.

A maior sequência invicta vascaína é de 10 jogos, entre 91 e 93, com 4 empates. A sequência tricolor, entre 68 e 71 teve 13 jogos sem derrota, com 5 empates.

As grandes goleadas são antigas. A maior goleada imposta pelo Vasco é de 1930, os 6×0 em São Januário pelo Campeonato Carioca. 11 anos depois, pelo mesmo campeonato, mas no estádio das Laranjeiras, o Flu impôs 6×2 ao adversário. É um clássico com quase 30% de empates, mas que possuem grandes empates em 3×3, 4×4, e vários jogos em 5×3.

Até então imbatível, encontrou Castilho

O Vasco teve na década de 50 o “Expresso da Vitória, considerado à época, um time quase imbatível. Mas 1950 foi um ano de memorável vitória tricolor por 2×1, em dia que o goleiro Castilho recebeu a alcunha de São Castilho.

O ano de 1952 foi um ano especial para o time do Fluminense, onde a equipe venceu a Copa Rio, considerado até então, o campeonato Mundial de Clube. O Flu tinha um grande time, com grandes jogadores, como Castilho, Carlyle e Didi.

A máquina com Rivelino

Mas foi em meados da década de 70 que surgiu a Máquina Tricolor, comandada por Roberto Rivelino. Nas finais do campeonato carioca de 1975 (num triangular), o Flu atropelou o Vasco por 4×1, com direito a gol de placa de Rivelino, em jogo que se fosse 8×0 seria de igual tamanho.

Em 1985, pela Taça Libertadores, um grande empate por 3×3. Contudo, o Vasco perdeu os pontos por escalar de forma irregular o jogador Gersinho. Em 1993, um empate de 0×0, agora com sabor de vitória para o Vasco, pois deu o título carioca ao Vasco e de quebra o fim de  uma incômoda sequência de perdas de títulos para os tricolores.

Romerito foi um dos grandes jogadores da década de 80 no Flu

A década de 80, inclusive, uma década que marcou a história do Flu, com um timaço com craques como Wahington, Assis e Romerito, que sequer imaginariam o ostracismo que o Fluminense iria mergulhar quase 20 anos mais tarde, chegando a dispoutar a terceira divisão do brasileiro, jogando com o rival apenas em campeonato carioca.

Em 2006, os times viveram uma sequência de 5 empates, um deles um memorável 4×4 no Maracanã pela taça Guanabara. Hoje, as duas diretorias, cada uma a sua maneira, tem montado times bastante competitivos no cenário nacional, e tendem a protagonizar jogos de imenso equilíbrio e muita emoção.

Nacional x Rio Negro: Rio-Nal, o clássico do passado amazônico

da série CLÁSSICOS

Essa semana chegou a hora de viajar. E longe. Logo para o maior estado da Federação: o Amazonas… Um clássico cheio de história, mas que no presente tem perdido um pouco do seu encanto, dada a dificuldade em se manter fora dos principais centros: o clássico Rio-Nal, com dois times fundados nos longínquos 2013.

Nos últimos anos, um grande motivo da perda de significância da pecha “clássico”, deve-se à queda, maior ainda, que o Barriga Preta, como é conhecido, tem tido no cenário futebolístico da região, com jejum de títulos e dois rebaixamentos estaduais, voltando apenas em 2011. É conhecido como o time da elite manauara. O time revelou o ex-botafoguense Berg, além de Gilmar Popoca, ex-Flamengo, São Paulo e Palmeiras.

Último título dos barrigas-preta: 2001

Já o Nacional, o time do povão, tem sua história em campo bem menos conturbada e é o maior campeão do estado. O Leão da Vila também foi, junto ao Clube do Remo, o primeiro time da região Norte a disputar o campeonato brasileiro , em 1972. Não levanta um caneco desde 2007, mas com frequência tem disputado títulos e disputado série D do brasileiro e Copa do Brasil. É o único clube do estado que possui um centro de treinamento  próprio.

Último título em 2007...

No total, foram disputados 162 embates, com 60 vitórias do Nacional e 41 do Rio Negro. O Nacional fez 192 gols e o Rio Negro 149. Porém, nos últimos anos as vitórias que sobram ao Nacional, que também não vive o melhor momento de sua história, escassam ao Rio Negro.

Era um clássico de extrema rivalidade, nada abrandada nos dias de hoje. Mas por exemplo, muito comum o “banho de urina” nos adversários que ousassem passar por perto da torcida adversária. Ou então uma “laranjada”.

A maior goleada do clássico ocorreu no dia 19 de Abril de 1914, em jogo válido pelo returno do Campeonato Amazonense daquele ano o Nacional venceu a o Rio Negro pelo placar de 12-0, sendo que o galo jogou todo o primeiro tempo com apenas 9 jogadores em campo e terminou perdendo por 1-0, já no segundo com o time completo o clube barriga preta tomou outros 11 gols.

Na era profissional, as maiores goleadas foram Rio Negro 7×2 Nacional, em 1965. Do lado contrário, o Nacional meteu 7×3, mas no recente 2005, o que torna mais amarga a realidade atual Barriga Preta.

O declínio do clássico, que levava mais de 20 mil pessoas e chegou a levar quase 42.000 pessoas ao Vivaldão perece. Hoje, raramente 2.000 pessoas vão ao estádio.

Mas o futebol é um ciclo, e ainda se torce pela volta tradicional Rio-Nal!

Corinthians x São Paulo: O Clássico Majestoso do futebol paulista

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Neste final de semana, teremos um dos clássicos de maior rivalidade no país: Corinthians x São Paulo / São Paulo x Corinthians ganhou, nos últimos anos, uma conotação de megaclássico, não a toa com a alcunha de MAJESTOSO. As torcidas cerram os dentes com a proximidade dos jogos e alguns tabus foram montados durante os anos recentes.

O MAJESTOSO!

É verdade que o brilho dos grandes jogadores não existe mais de nenhum dos dois lados. Mas isso seria uma inverdade se fosse levado como o cômputo total da história. Passaram pelo Tricolor craques do naipe de Poy, Canhoteiro, Pedro Rocha, Toninho Guerreiro, Pita, Zé Sérgio, Silas, Muller, Careca, Raí, entre muitos mais. O Timão não fica atrás, com Luizinho, Cláudio, Baltazar, Rivelino, Sócrates, Leão, Zenon, Vladimir, Neto, Marcelinho Carioca, Ronaldo e uma lista recheada.

Há uma discussão controversa quanto à data de fundação do Tricolor: 1930 ou 1935. Segundo o próprio clube, e o que deveria ser levantado como oficial, a data é 1930. Mas o time teve um período fechado, em inatividade, e foi “refundado” em 1935.

E uma das mais acaloradas discussões sempre rolam em cima de tabus. E pra começo de conversa o Timão leva vantagem, até por razões óbvias: com início em 1936, o clássico tinha no Timão uma realidade. O Tricolor era uma incógnita. Assim, apenas no oitavo jogo,  em 1938, o São Paulo venceu: e por sonoros 3×0 no Parque Antártica.

Careca e Sócrates: dois grandes craques!

Falando em sonoros, a maior goleada imposta pelo Tricolor em 1946 e em 2005 foi 5×1. Já o Corinthians meteu dois 5×0: em 1996 e 2011, resultados bastante recentes.

Existem boas sequências de invencibilidade. Pra começar, como já dito, foram 7 jogos no início da história do Majestoso sem vitória Tricolor. Inclusive sequência de seis ou sete jogos foram comuns para ambos os lados. No final da década de 70, o Timão teve uma sequência de 12 jogos sem derrotas, que apesar de magros placares, são bastante significativos. No começo da década de 90, na era Telê Santana, o SPFC nutriu uma invencibilidade de 10 jogos, 9 deles sem tomar gols. De 94 a 97, mais 10 jogos sem derrotas do Timão, mas com 6 empates, apesar do 5×0.

Vicente Matheus foi uma lenda alvinegra.

Mas as sequências atuais são as que mais impressionam. Exatos 4 anos, de 2003 a 2007: 14 jogos sem perder do Tricolor. Mal sabiam que a quebra da invencibilidade abriria uma sequência de 11 jogos. E domingo?

A grande discussão entre os rivais é acalorada pela quantidade de títulos internacionais: enquanto o Timão tem um Mundial questionado por todos rivais, o Tricolor tem uma extensa coleção de 10 títulos internacionais de expressão, com três mundiais.

Até em termos de presidentes ambos tem alguns comparativos, com o folcloriscismo de Vicente Matheus e de Juvenal Juvêncio.

Teleco

O maior artilheiro do Timão no confronto é Teleco, com 25 gols. No Tricolor, não poderia ser diferente: Serginho Chulapa estufou as redes no Majestoso 15 vezes.

O maior público da história, dificilmente será reeditado: em 1982, 117.061 expectadores viram a vitória do São Paulo por 3×2.

Em 1938, no primeiro torneio onde eles decidiram o título na última rodada. O Tricolor saiu na frente, mas a chuva interrompeu o jogo, que recomeçou dois dias depois. Na continuação, o Corinthians empatou com um gol de Carlito, que na época, questionaram que teria sido feito com a mão. Legal ou não, foi validado, e o título ficou com o alvinegro.

Na final do Paulistão de 1957, o Majestou virou a “Tarde das Garrafadas”! Até os 17´do segundo tempo: 0×0. Em 5 minutos, o Tricolor abriu 2×0, mas o Timão descontou. Maurinho fez 3×1 para o São paulo, entrando com bola e tudo no gol de Gilmar (olha como a soberba tricolor é antiga!), que saiu correndo atrás do adversário. O jogo, que ficou parado por cerca de dez minutos, terminou com chuva de garrafas atiradas pela torcida corintiana.

Um dos jogos inesquecíveis do confronto tem a participação de um outro rival. Uma das vagas para a final do Paulistão de 88 seria disputada num quadrangular. Na penúltima rodada, o Timão arrancou um empate com gol impedido de Biro-Biro e dependia do palmeiras vencer o Tricolor para chegar a final. E não é que o Verdão venceu o Tricolor?

Em 1990, talvez o jogo mais inesquecível da história corintiana. O primeiro título brasileiro foi conquistado numa vitória suada, chorada, com a cara do Timão, com gol de Tupãzinho, num lance que muitos corintianos narram com detalhes até hoje.

Em 1994, o único confronto internacional entre os dois: o chamado Expressinho Tricolor, de Rogério Ceni, Juninho Paulista e Denilson (com 17 anos), meteu 4×3 no Timão de Ronaldo, Marcelinho Carioca, Wilson Mano, no primeiro jogo válido pela extinta Copa Conmebol.  Na volta, o Timão fez 3×2. Na decisão por pênaltis, a velha síndrome da falta de títulos internacionais do Timão falou mais alto, e o Tricolor (que venceria o torneio) venceu nos pênaltis.

Em 1997 um clássico com gosto de drama. A vitória são paulina por 1×0, gol de Dodô, livrou o Sampa da degola. O Timão, só na rodada final, com uma vitória sobre o Goiás, num jogo onde a torcida esmeraldina gritou “marmelada” nas arquibancadas.

Juvenal Juvêncio anda mandando mal!

Em 1998, uma vitória Tricolor por 3×1 e um título vergonhoso, onde a FPF permitiu que Raí jogasse apenas o segundo jogo da final.

O Timão obteve uma dupla de vitórias contundentes em cima do Tricolor: em 2002 o Corinthians eliminou o São Paulo nas semifinais da Copa do Brasil. Na primeira semifinal, vitória alvinegra por 2 a 0; na volta,a  vitória por 2 a 1 são-paulina é insuficiente, e o Timão elimina o Tricolor, indo para a final ser campeão. 4 dias depois,  a primeira final do Torneio Rio-São Paulo com nova vitória corintiana por 3 a 2. 11 dias depois, um empate em 1 a 1 garante mais uma taça corintiana em cima do rival, pra desespero pó de arroz.

Em 2011, o tão questionado 100º gol de Rogério Ceni foi comemorado pelo Tricolor como um verdadeiro título. Não apenas pelo tabu quebrado de 11 jogos, como pela marca do goleiro. O último jogo entre eles também dificilmente será esquecido pela torcida mosqueteira: após empate em 0×0 na primeira etapa, o Timão triturou o Tricolor por 5×0.

Neste domingo será escrito mais um capítulo dessa belíssima história de uma das mais acirradas rivalidades do futebol nacional!

Santos x Palmeiras: o clássico da saudade

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Os grandes clássicos do futebol nacional (prioritariamente) e internacional estarão, a partir de hoje, todas as sextas-feiras no ar.

E para começar, um clássico de luxo do Paulistão, Palmeiras x Santos, que se enfrentam nesse domingo, no clássico da saudade.

Estatisticamente são 297 jogos, com 128 vitórias palmeirenses e 92 santistas. O Verdão marcou 528 gols e o Peixe 437.

Neste milênio, foram 31 jogos, com 13 vitórias verdes e 55 gols marcados. Já o Peixe venceu 9 vezes, marcando 10 gols a menos.

Na casa palmeirense, são 70 jogos, com 40 vitórias palestrinas e apenas 12 santistas. Fez 152 gols e levou 79. Agora, se engana quem acha que o Santos leva vantagem na Vila Belmiro: 39 vitórias palmeirenses, contra 17 empates e 36 derrotas; o ataque verde também é mais positivo: 156 a 142.

Mas há uma estatística onde o Santos leva vantagem. Menos ampla do que alguns poderiam imaginar. Mas na Era Pelé vestiu a camisa santista (de 1956-74) os times se enfrentaram 73 vezes, com 33 vitórias santistas e 22 palmeirenses, com 132 gols marcados pelo Santos (33 só de Pelé, exatos e impressionantes 25%) e 107 pelo Palmeiras.

As maiores goleadas peixeiras nesse período foram dois 4×0, além de um 5×3 e um inesquecível 7×6. Já o Palmeiras fez um 7×1, com Pelé em campo, e um 5×0 da mesma maneira.

O maior artilheiro do clássico, obviamente é Pelé, (na máquina santista que muitos julgam o maior time de todos os tempos) com 33 gols. Pelo lado verde, Heitor fez 13.

O grande Santos de Pelé!

O primeiro jogo entre ambos ocorreu em 1915, no Velódromo de São Paulo, e o Santos meteu um acachapante 7×0. Devolvidos com sobras 17 anos depois, no estádio da Ponte Grande, com um 8×0.

O clássico marcante é do Torneio Rio-São Paulo de 1958: Palmeiras 6×7 Santos, no Pacaembu, em jogo cuja primeira etapa fechou em 2×2. O Palmeiras decidiu recuar por temer o Peixe, mas aí que o Peixão deitou, abrindo 5×2. E todos esperavam que o assunto tivesse encerrado… Mazzola despertou para o jogo, e com ajuda de dois gols seus virou para 6×5 aos 43´ da segunda etapa.

Nesse momento foi a vez de Pepe dar as caras: com seu tradicional petardo empatou o jogo e ainda teve tempo de virar no final. um jogo realmente espetacular, num dos melhores jogos da história do futebol.

Um outro jogo inesquecível, e mais recente, é de 1983, quando o árbitro José de Assis Aragão resvalou em bola chutada por Jorginho – nos descontos – e decretou o empate do Verdão. Com correção, pois, apesar do mau posicionamento, o árbitro é neutro e o gol deve ser validado.

Máquina mortífera de 96 teve Marco Ósio!

Uma das vitórias mais significativas do Palmeiras ocorreu em 1996, com o time que muitos consideram o melhor da história depois da Academia, com Muller, Luizão, Rivaldo e Djalminha. O Verdão dos 100 gols fez sonoros 6×0 veja aqui) em plena Vila Belmiro no Santos de Giovanni, que seria sensação do Brasileirão e vice campeão brasileiro daquele ano. E não seria surpreendente se tivessem sido 12×0.

Uma grande história com grandes jogadores: Pelé, Ademir da Guia, Pepe, Djalma Santos, João Paulo, Jorginho, Giovanni, Rivaldo, Neymar e muitos, mas muitos outros craques quase estelares compõem a história repleta de charme desse clássico.

Atualmente bem diferente...

Hoje a situação é diferente em termos de futebol. O Peixe é muito superior. Porém, ultimamente os resultados não têm agradado ao time da Baixada, o que poderia preocupar o torcedor santista com a “freguesia”. Mas para os baleias praianos, se perder do Palmeiras e continuar papando um monte de títulos não há problema. E assim tem sido.