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Diário da Copa das Confederações: Japão x México

Novamente o destino foi Belo Horizonte e pra variar o horário do voo foi antecipado duas vezes em menos de uma semana.

Chegando ao aeroporto de Confins dessa vez aluguei um carro, uma vez que iria retornar somente no domingo. O aluguel do carro ficou em R$ 75, bem menor que uma corrida de táxi até o centro que é de aproximadamente R$ 100. Uma dica dos voluntários que estavam no aeroporto é pegar um ônibus de turismo, que é bem confortável e custa R$ 20, até o centro e de lá pegar um táxi até o hotel.

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O aeroporto e todo o entorno está em obras e tem muita poeira perto. Quem deixa o carro no estacionamento para viajar e retorna alguns dias depois encontra o carro completamente sujo. A poeira é tanta que a funcionária da locadora, que fica do outro lado do aeroporto, disse que só cobraria taxa de limpeza se o carro tivesse barro embaixo, pois devido a poeira é muito difícil entregar o carro limpo.

Durante o caminho até o centro vi muitas obras e a maioria em estágio inicial, o que significa que é bem provável que durante a Copa não estejam concluídas.

Novamente foi oferecido ônibus que saíam do aeroporto e de alguns pontos da cidade, mas tanto os funcionários do hotel quanto os voluntários não sabiam informar se continuariam saindo do mesmo local do jogo anterior devido aos protestos.

Fui até o ponto de saída do jogo anterior, que ficava a três quadras do hotel, e o local não havia sido alterado. Peguei o ônibus até o Mineirão. Como o estádio fica a menos de 10 km do centro, foi bem rápido e em menos se 20 minutos chegamos ao local de desembarque, que novamente ficava bem longe do estádio. Dessa vez ainda era preciso enfrentar uma longa subida. No desembarque os voluntários nos orientavam que no final do jogo os ônibus sairiam desse mesmo local.

Durante o trajeto, que estava bloqueado pela polícia, alguns bares estavam abertos e muita gente estava comprando cerveja que custava R$ 5 a lata de 473 ml sendo que a mesma cerveja custa R$ 9 dentro do estádio.

É impressionante como a Fifa manda em tudo em uma competição que ela organiza, pois é proibido ter carro estacionado nas ruas bloqueadas e nem os moradores estão autorizados a deixar os seus carros na rua!

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Dentro do estádio, muita festa com os mexicanos e brasileiros usando máscaras dos lutadores de luta livre do México e muitos brasileiros fantasiados de personagens do Chaves, mas a maioria dos brasileiros estavam torcendo para o Japão.

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O ingresso novamente era categoria 2, mas dessa vez o assento era bem próximo do gramado, bem diferente do outro jogo onde fiquei no anel superior.
Os locais de vendas de bebidas estavam tranquilos antes de começar a partida, mas no intervalo ficou lotado e muitas pessoas que saíram assim que terminou o primeiro tempo voltaram somente depois dos 10 minutos do segundo. Dessa vez com um público muito bom, 52 mil pessoas, era praticamente impossível acessar a internet para acompanhar o jogo do Brasil.

No final da partida, por causa dos protestos, todos os torcedores foram orientados a sair pelo mesmo lado e todos os ônibus foram deslocados para a mesma avenida, causando uma grande confusão e muita desinformação. Perguntei a um policial se os ônibus continuariam a sair do mesmo lugar onde desembarcamos ou havia mudado e ele me informou que nada havia sido alterado. Alguns metros a frente perguntei para uma voluntária e ela me informou que todos os ônibus estavam saindo daquela avenida. Pegamos o ônibus e o trajeto que foi feito em 20 minutos na ida, levou 2h30 na volta.

No domingo de manhã tudo estava tranquilo e a volta para casa ocorreu sem nenhum problema.

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