O Fino da Bola

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Museu do futebol, nós fomos lá

Na última quarta-feira, 26/12, decidimos fazer a nossa confraternização de fim de ano no Museu do Futebol.

Eu era o único que conhecia, mas só de vista, pois fui numa excursão escolar que é muito rápida.

Vou falar sobre algumas coisas que presenciamos e conhecemos do museu.

O museu fica debaixo das arquibancadas do Pacaembu e não é permitido fotografar lá dentro – essa é a única coisa chata de lá. Logo na entrada tem uma série de fotos antigas de símbolos, selos e flâmulas de times que conheço e muitos que eu nunca ouvi falar (o Bronquinha garantiu que sabe a história de todos). Ao lado tem uma sala que de tempos em tempos muda sua exposição, no dia que eu estive lá a exposição era sobre futebol para cegos, e nesta quarta era sobre árbitros, o Montanha ficou muito puto com o viado que meteu a mão no Santos sensibilizado ao ver o depoimento do Márcio Rezende de Freitas!

A seção que tem narração de rádio é uma das mais emocionantes e o Fábio Almeida chorou bastante ouvindo narrações como a do Osmar Santos que foi homenageado por nós aqui no Fino. Na mesma sala você assiste a gols com histórias contadas por pessoas como Galvão Bueno, que achava ser ele o problema do Brasil não ganhar uma Copa do Mundo.

Subindo um lance de escadas você se sente como um jogador entrando no estádio (Edu Zanardi fez até o sinal da cruz e entrou com o pé direito) assistindo as manifestações das torcidas, muito [email protected]#%, principalmente para quem só conta a história do lado de quem está torcendo.

Bacana também são pequenas salas temáticas com imagens de lances do futebol, como dribles, gols, defesas entre outros, com narração de especialistas do futebol como Juca Kfouri.

Ao entrar em uma sala escura, até meio sombria, buscando retratar o momento, você assiste o Maracanazo, para na sequência entrar na ala das Copas do Mundo com vídeos, imagens e histórias de todos os mundiais.

Essa é de algum cara famoso que eu não me lembro bem o nome…

Mas o que eu achei mais legal é a parte exclusiva para as regras do futebol, com muitas ilustrações, curiosidades e textos sobre tudo que gira em torno do esporte. Foi nessa parte que eu descobri, por exemplo, que no começo do século os jogadores usavam pano na cabeça para não se cortarem com as costuras da bola.

A parte mais besta sem dúvida é o cinema 3D, não sei se a apresentação é sempre a mesma, mas fica passando o Ronaldinho Gaúcho fazendo embaixadinhas e uma animação de um esqueleto fazendo o mesmo, sofrível, o pessoal acabou nem assistindo.

Ao final paramos no Bar O Torcedor que fica ao lado, o pessoal da cozinha tinha dado o cano e tomamos uma bela canseira para comer uma porção de batatas, mas o chopp estava legal (fora a luta épica do Montanha contra as abelhas).

Enfim, se existem templos sagrados para os amantes do futebol esse é o Museu do Futebol, vale a pena ir.

O Patão não compareceu, pois foi passar suas férias em Acapulco.

Nogueira é blogueiro. Escreve no Fino da Bola além de cuidar do funcionamento (ou não) do blog.

Categoria: Post

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